27/11/13

A MINHA COZINHA

Ora aqui estamos nós outra vez na rubrica “A minha... cena” e hoje é a cozinha. É aqui que a magia acontece!

Eu tenho a sorte de viver e trabalhar no centro de Torres Vedras, o que me permite almoçar em casa quase todos os dias. Este factor facilita-me obviamente a vida, mas se assim não fosse não me atrapalhava. Desde a bela da marmita que está tão na moda até conseguir “driblar” os restaurantes (sim, está para breve um post com dicas para comer fora) tenho a certeza que me safava. Mas uma vez que posso ir a casa todos os dias, todos os dias cozinho... ou quase vá.
Desde que comecei nesta odisseia fui comprando uma série de utensílios que me foram facilitando a vida e que todos os dias me ajudam a executar as receitas que publico e era disso que vos queria falar hoje. Vamos começar pelos básicos.

Uma frigideira GRANDE (foto em baixo). Vou contar-vos um segredo... lavar uma frigideira grande ou uma pequena é igual, por isso mais vale comprar uma grande. Juntem ao conjunto um daqueles grelhadores tipo frigideira e está feito. Vão por mim, anti-aderente com elas!

Uma faca GRANDE (foto em baixo) e uma médiazinha vá. Conheço pessoal que tem uma faca de cada tamanho, pessoalmente acho que uma grande dá para quase tudo. Quando é para picar alho, ou salsa cheio de estilo à Jamie Oliver (quase no limite de fazer saltar um mindinho) com uma faca pequena não vão a lado nenhum. Juntem a isso 2 ou 3 tábuas de cortar, não há nada pior que cortar legumes numa tábua onde já se trinchou um frango.

Um processador, ou picador, ou que lhe queiram chamar, dantes toda a gente lhe chamava 123 porque não havia outra. E é aqui começa o drama. Eu pessoalmente sou um acólito da Bimby (foto de capa... não me venham com tretas que até no MasterChef Austrália aquela brincadeira aparece). Aquele bicho faz tudo e uso-a praticamente todos os dias. Se ainda acharem que está muito cara têm sempre a nova Yammy do Continente. Se não quiserem ou não puderem comprar nenhuma delas têm sempre a alternativa mais básica, uma espécie de 123 que se liga à varinha mágica (foto em baixo).


Outro utensílio de sonho é o que aparece ao centro na foto de capa. Comprei este animal na belíssima Feira de S.Pedro em Torres Vedras onde estava um senhor a fazer uma demonstração que me fez acreditar que isto até me levava o cão a passear. Não leva. Mas é muito bom a cortar legumes às rodelas, às tiras, aos bocados, maiores, mais pequenos, ripados, ralados, enfim. Se tiverem interessados visitem a Borner.

Por ultimo o desidratador (foto de capa). Pois é, este será possivelmente o mais desnecessário (e também o mais difícil de arranjar). Uso-o com alguma regularidade para desidratar fruta e para fazer beef jerky (um dia destes mostro-vos a receita). Comprei na César Castro Cookshop, no Porto.

Espero que vos tenha ajudado a escolher os utensílios certos para a vossa cozinha e que vos tenha entusiasmado a utilizá-la mais vezes, senão... esperem pelo post de “como comer fora”, também está para breve!

4 comentários:

Maria Vilela disse...

o link do desidratador não dá. Eu gostava de comprar um, mas não sei qual nem onde... obrigada

Sem Aditivos disse...

Está corrigido Maria Vilela ;)
Comprei numa loja chamada César Castro Cookshop. Basta entrar na página deles, escrever "desidratador" na função Procurar e ver quais estão disponíveis. O link original deve ter caído porque eles deixaram de ter o modelo que eu comprei!

http://www.cesar-castro.pt/

Ana Cascais disse...

Olá! Sigo o teu blog e adoro as dicas que dás!! Muito úteis!!! Estava a pensar comprar um desidratador mas estou com algumas dúvidas sobre qual escolher, que características ter em conta e se realmente lhe vou dar utilidade. O que tiveste em consideração no momento da escolha? E para além da fruta, como podemos tirar mais partido deste utensílio?

Obrigada

Sem Aditivos disse...

Olá Ana, devo dizer-te que o desidratador foi uma compra um bocado impulsiva... dou-lhe muito pouco uso :P
Desde que apareceu a Fruut então, quase nenhum, hehehehe!!! Só quando me oferecem maçãs, porque entre comprar frescas, cortar e o custo da electricidade, acho que nem sequer compensa.
Na altura a minha única consideração (e lamento desiludir) foi comprar o mais barato, porque no geral são equipamentos caríssimos e mesmo que lhe desse mais uso acho que não me arrependia dessa decisão.
Para além da fruta de vez em quando seco carne. Fatias fininhas de peru que deixo a marinar durante cerca de 12h em azeite e especiarias e que depois seco com papel de cozinha e desidrato para fazer "beef jerky", mas dá tanto trabalho que acaba por ser raro :-/

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